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Vigilância e APS de A a Z

A Atenção Primária à Saúde é responsável por ações no seu território de promoção e prevenção à saúde, realizando as mesmas incorporando práticas de vigilância em seu processo de trabalho. 

A Divisão de Atenção Primária à Saúde apresenta nesta página materiais de interesse para a gestão municipal e para equipes de Atenção Primária à Saúde.

Este é um espaço promovido pela SES RS com objetivo de divulgar atualizações em saúde para equipes de saúde e gestores em temas de convergência entre Vigilância e Atenção Primária à Saúde e promover a troca de experiências. 

Ocorre por meio de reunião virtual nas quartas-feiras pela manhã.

Data: quartas-feiras

Horário: 9h30 às 11h.

Link: acesse aqui

Ministério da Saúde - Documentos gerais

LISTA NACIONAL DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DE DOENÇAS, AGRAVOS E EVENTOS DE SAÚDE PÚBLICA

Portaria de Consolidação GM/MS nº 4, de 28 de setembro de 2017

Guia de Vigilância em Saúde

GUIA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA

MÓDULO 1: INTEGRAÇÃO ATENÇÃO BÁSICA E VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Boletins Epidemiológicos

Aplicativo Saúde da Pessoa Idosa

Ferramentas utilizadas para a avaliação inicial da saúde da pessoa idosa: Índice de Massa Corporal (IMC) ajustado para a população idosa; Escala de Risco Familiar de Coelho-Savassi; Vulnerabilidade da Pessoa Idosa (VES-13) e a Escala ZARIT.

Bases de dados para APS

SISAB - Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica

Informações da situação sanitária e de saúde da população do território, relatórios de indicadores de saúde por estado, município, região de saúde e equipe.

SIPNI - Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações

TABNET Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde

Dados de mortalidade e de sobrevivência, informações epidemiológicas e morbidade, dados de morbidade, incapacidade, acesso a serviços, qualidade da atenção, condições de vida e fatores ambientais, informações sobre Assistência à Saúde da população, os cadastros (Rede Assistencial), sobre as redes hospitalares e ambulatoriais, sobre o cadastro dos estabelecimentos de saúde, informações sobre recursos financeiro e informações demográficas e socioeconômicas.

Portal BI Gestor Municipal

Informações de saúde dos municípios e do Estado do RS detalhadas por painel/temática.

Material de apoio para as bases de dados

GUIA PASSO A PASSO CONSULTAS AOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RELACIONADOS À ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

MATERIAIS ORIENTADORES E-SUS APS

Orientações por tema para registro de ações da APS no e-SUS APS.

Outros materiais

Orientações para Operacionalização de Centros de Operações de Emergência e Saúde Pública pelo Sistema Único de Saúde

CONASS - CONASEMS - OPAS/OMS

Ofertas de Qualificação Profissional

Atenção Primária à Saúde, Estratégia de Saúde da Família e Territorialização - Autoinstrucional

AVASUS

Planejamento em Saúde

Fundação Oswaldo Cruz - Mato Grosso do Sul

Introdução à Avaliação em Saúde (Foco em Atenção Básica)

Universidade Federal de São Paulo

Indicadores de Saúde

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS


Outras ofertas de Educação na Saúde

https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/educacao-na-saude 

TEMAS/AGRAVOS:

Arboviroses são doenças causadas por vírus transmitidos, principalmente, por mosquitos. As arboviroses mais comuns em ambientes urbanos são: Dengue, Zika e Chikungunya. Os vírus causadores dessas doenças são transmitidos por Aedes aegypti. Já a Febre Amarela ocorre em áreas de mata e o vírus causador é transmitido para primatas não humanos (bugios), por mosquitos silvestres (CEVS).

O crescente aumento no número de casos dessas arboviroses está diretamente associado à ampla disseminação das populações do Aedes aegypti. Atualmente o estado do RS vem registrando um aumento nos casos de Dengue, Chikungunya e Zika, como também houve registro de circulação de Febre Amarela em primatas não humanos em municípios do estado.

A SES RS publicou em 2021 a Portaria SES Nº 341/2021 (alterada pela Portaria SES Nº 476/202), que declara Emergência em Saúde Pública de Importância Estadual (ESPIE), em decorrência da confirmação da nova circulação do vírus da febre amarela, do aumento considerável de casos notificados e de óbitos de dengue e da circulação simultânea de mais de uma arbovirose (Febre Amarela, Dengue, Zika e Chikungunya) no Estado do Rio Grande do Sul. 

Neste cenário a Divisão da Atenção Primária à Saúde tem executado diversas ações buscando apoiar as ações municipais de prevenção e promoção de saúde relacionadas às arboviroses. Entre as ações estão:

  • Apoio às Coordenadorias Regionais de Saúde - Atenção Básica;

  • Apoio aos municípios na condução de ações relativas às arboviroses;

  • Elaboração e implementação do Plano Estadual de ações integradas da Vigilância em Saúde e Atenção Básica para as arboviroses focado na dengue em conjunto com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde;

  • Ações de Integração com a Vigilância Epidemiológica e Vigilância Ambiental;

  • Elaboração de documentos orientativos relativos a ações de prevenção e promoção relacionadas às arboviroses na Atenção Básica;

  • Divulgação material informativo sobre as arboviroses na SES, Coordenadorias Regionais de Saúde, nos municípios e para as equipes de saúde;

  • Promoção de capacitação para classificação de risco clínico para dengue;

  • Apoio à promoção, capacitação e atualização clínica para manejo das arboviroses na APS;

  • Orientação quanto à qualificação das notificações dos casos de arboviroses na APS;

  • Orientação para realização de VD’s para orientação de manejo ambiental em pontos estratégicos;

  • Orientação para realização de busca ativa de novos casos suspeitos;

  • Orientação para hidratação oral em sala de espera;

  • Orientação para intensificação das visitas domiciliares para manejo ambiental.

    https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/arboviroses

Os coronavírus (CoV) são uma ampla família de vírus que podem causar uma variedade de condições, do resfriado comum a doenças mais graves, como a síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) e a síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV).

O novo coronavírus (nCoV) é uma nova cepa de coronavírus que havia sido previamente identificada em humanos. Conhecido como 2019-nCoV ou COVID-19, ele só foi detectado após a notificação de um surto em Wuhan, China, em dezembro de 2019 (OPAS).

Definições:

Síndrome Gripal (SG) no contexto da COVID-19: Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois (2) dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida), calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza, distúrbios olfativos ou gustativos e sintomas gastrointestinais.

  • Em crianças: além dos itens anteriores, considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico;
  • Em idosos: deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizado Indivíduo com SG que apresente: dispneia/desconforto respiratório OU pressão persistente no tórax OU saturação de O2 menor que 95% em ar ambiente OU coloração azulada dos lábios ou rosto. Em crianças: além dos itens anteriores, observar os batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.

Contato Próximo: contato próximo e continuado com um caso confirmado por RT-PCR, RT-LAMP ou Teste de Antígeno, considerando o período correspondente a partir de 2 dias antes do início dos sintomas do caso confirmado, E:

  • no mesmo ambiente fechado (sala, dormitório, veículo de trabalho, entre outros); E
  • em período superior a 15 minutos; E
  • sem o distanciamento interpessoal de no mínimo 1,5 metro; E
  • sem o uso de máscara ou uso incorreto.

Status Vacinal:

Status Vacinal Completo: indivíduo com esquema primário completo (1ª e 2ª dose ou dose única) e dose de reforço/adicional se estiver no período preconizado.

Status Vacinal Incompleto ou Em Atraso: Indivíduo que não completou o esquema primário (abaixo de 18 anos) ou está com a dose de reforço em atraso (acima de 18 anos).

Não Vacinado: Indivíduo que não recebeu nenhuma dose de vacina.

Atualizado: 30/05/2022.

https://atencaobasica.saude.rs.gov.br/coronavirus-covid-19

Ministério da Saúde

Imunizações - Calendário Nacional de Vacinação

Inclui Informes técnicos, manuais, portarias, Situação da distribuição de imunobiológicos

Painéis Vacinação Ministério da Saúde

Multivacinação, Sarampo, Poliomielite e Influenza

SIPNI - Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações

Ofício Ministério da Saúde - Evidência de circulação do vírus amarílico

Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS)

Campanha Vacina Mais

Informe Técnico Campanha Nacional De Vacinação Contra A Poliomielite E Multivacinação Para Atualização Da Caderneta De Vacinação Da Criança E Do Adolescente

OFÍCIO CIRCULAR No 197/2022/SVS/MS

Prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente menor de 15 anos de idade, até o dia 30 de setembro de 2022.

COMUNICADO MS/PNI

Ampliação da oferta da vacina meningocócica ACWY (Conjugada) para os adolescentes não vacinados entre 11 e 14 anos de idade (de forma temporária) e ampliação da oferta da vacina HPV4 para meninos de 09 a 14 anos de idade

Funcionamento de serviços - salas de vacina, processo de trabalho, estrutura:

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC No 197, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2017

Dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços de vacinação humana.

NOTA TÉCNICA GRECS/GGTES No 01/2018 N

Perguntas e Respostas - RDC 197/2017 (serviços de vacinação)

RESOLUÇÃO-RDC No 50, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2002

Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA – RDC No 44, DE 17 DE AGOSTO DE 2009

Dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias e dá outras providências.

RESOLUÇÃO Nº 654, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2018

Conselho Federal de Farmácia - estabelece os requisitos necessários à prestação do serviço de vacinação pelo farmacêutico.

Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação - 2014

 

Secretaria Estadual da Saúde

CEVS - Imunizações

Nota Técnica conjunta Atenção Básica e Imunizações - 2018

Funcionamento das UBS e ações nas salas de vacina.

Campanha Vacinação contra COVID-19 RS

Sarampo e Rubéola - CEVS

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS SES - RS

Intensificação das estratégias de vacinação de febre amarela no Rio Grande do Sul – para o ano de 2022.

INSTRUÇÃO NORMATIVA - CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO - ADAPTAÇÃO: NÚCLEO DE IMUNIZAÇÕES/DVE/CEVS/SES

Normatizações técnicas do Programa Nacional de Imunizações referentes ao Calendário Nacional de Vacinação, de que trata a Portaria MS no 1533 de 18 de agosto de 2016 e atualizações posteriores, adaptado pelo Núcleo de Imunizações/DVE/CEVS/SES.

NOTA ORIENTATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS/COSEMS RS - 2022

Orientações para CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE E MULTIVACINAÇÃO PARA ATUALIZAÇÃO DA CADERNETA DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE no período de 8 de agosto a 9 de setembro de 2022, sendo 20 de agosto, o dia “D”

Materiais informativos para divulgação junto à população sobre a CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE E MULTIVACINAÇÃO PARA ATUALIZAÇÃO DA CADERNETA DE VACINAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

CARD 1

CARD 2

CARD 3

Vacinação HPV - SES RS

Vacinação HPV para meninos e meninas de 9 a 14 anos - esclarecimentos.

CARD 1

CARD 2

CARD 3

Ações para Vacinação contra HPV nas escolas

Ofertas de Qualificação Profissional

Imunização em Gestantes

UNASUS - Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

Vacinação para COVID-19: protocolos e procedimentos Técnicos

FIOCRUZ

Boas práticas em vacinação 

AVASUS - UFRN / SEDIS / LAIS / PEPSUS / MS

Vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) 

AVASUS - UFPE / UNA-SUS / SABER / MS

O que são?

Casos de hepatite aguda grave de etiologia (causa) a esclarecer em crianças e adolescentes previamente saudáveis.

A hepatite aguda apresenta diferentes sintomas: gastrointestinais, como diarreia ou vômito, febre e dores musculares, mas o mais característico é a icterícia – uma coloração amarelada da pele e dos olhos.

 

Como proteger as crianças?

O principal é estar atento aos sintomas, como diarreia ou vômito, e principalmente se houver sinais de icterícia, que é a coloração amarelada dos olhos e da pele, deve-se buscar atendimento médico prontamente.

Para prevenção, recomenda-se tomar medidas básicas de higiene, como lavar as mãos, cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, o que também serve para evitar a transmissão de adenovírus. (OPAS Perguntas e Respostas).

OPAS

Nota Hepatite aguda grave de causa desconhecida em crianças. 10/05/22

Perguntas e respostas: hepatite aguda grave em crianças

 

Ministério da Saúde

Sala de Situação Ministério da Saúde - Hepatites Agudas de Etiologia a Esclarecer em Crianças e Adolescentes

NOTA TÉCNICA No 13/2022-CGEMSP/DSASTE/SVS/MS 

Orientação sobre a notificação, investigação e fluxo laboratorial de casos prováveis de hepatite aguda de etiologia desconhecida em crianças e adolescentes.

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS No 01/2022

Orientações para as ações de vigilância epidemiológica das Hepatites Virais e investigação de casos prováveis de Hepatites de origem desconhecida. 13 de junho de 2022

CEVS - INVESTIGAÇÃO LABORATORIAL HEPATITE AGUDA GRAVE DE ETIOLOGIA A ESCLARECER 

Instrução: Coleta, Transporte e Envio de Amostras ao LACEN/CEVS/SES – RS

TelessaúdeRS

Profissionais da APS podem acessar materiais sobre o agravo no site do TelessaúdeRS, bem como utilizar a Teleconsultoria.

Saiba mais em:

https://www.ufrgs.br/telessauders/

O que é? 

A Monkeypox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox. 

 

Sintomas principais: 

Erupção cutânea (lesões, bolhas, crostas) em diferentes formas. Podem afetar todo o corpo, incluindo rosto, palmas e plantas e órgãos genitais. 

Outros sintomas frequentes: 

Febre, dor de cabeça, inchaço dos gânglios linfáticos, dor nas costas, dores musculares e falta de energia. Todas as pessoas que forem expostas ao vírus podem se infectar e desenvolver a doença, independentemente de idade, sexo ou outras características. 

 

Como é transmitida? 

A Monkeypox é transmitida principalmente por meio de contato direto ou indireto com gotículas respiratórias (saliva, muco nasal), mas principalmente através do contato com lesões de pele de pessoas com monkeypox ou com objetos e superfícies contaminadas. O período de transmissão da doença se encerra quando as crostas das lesões desaparecem. 

 

Como prevenir? 

Fazendo o uso de máscaras e higienizando as mãos. 

Para profissionais de saúde, seguir a NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2022 / ORIENTAÇÕES PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DA MONKEYPOX NOS SERVIÇOS DE SAÚDE.

 

O que fazer se você sentir os sintomas? 

Procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima para atendimento

 

Materiais de orientação para a população:

Materiais que podem ser impressos e distribuídos aos usuários pelas equipes, utilizados em ações de educação em saúde ou enviados por meio eletrônico.

Monkeypox - orientações básicas

Monkeypox - durante o isolamento em casa, o que fazer?

 

Documentos técnicos:

OPAS

OPAS: Varíola dos macacos

OPAS: Alerta Epidemiológico Varíola do macaco em países não endêmicos - 20 de maio de 2022

 

Ministério da Saúde

Ministério da Saúde - Monkeypox

SALA DE SITUAÇÃO | MONKEYPOX Ministério da Saúde

NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA Nº 03/2022

ORIENTAÇÕES PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DA MONKEYPOX NOS SERVIÇOS DE SAÚDE

NOTA TÉCNICA No 60/2022/SEI/COVIG/GGPAF/DIRE5/ANVISA

Orientações sobre Evento de Saúde Pública relacionado à disseminação de doença causada pelo vírus Monkeypox para atuação em portos, aeroportos e fronteiras.

NOTA INFORMATIVA Nº 6/2022-CGGAP/DESF/SAPS/MS

Trata-se de orientações às equipes que atuam na Atenção Primária à Saúde acerca da doença Monkeypox (MPX).

NOTA TÉCNICA Nº 46/2022-CGPAM/DSMI/SAPS/MS

Nota Técnica de recomendações sobre Monkeypox no Ciclo Gravídico-puerperal. 

NOTA TÉCNICA Nº 21/2022-CGSAT/DSAST/SVS/MS 

Orientações Gerais à Renast e demais interessados sobre as ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador nos casos de Monkeypox.

Plano de Contingência Nacional para Monkeypox 

Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública: COE Monkeypox

Portaria GM/MS nº 3328, de 22 de agosto de 2022

Altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 4, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre a obrigatoriedade de notificação ao Ministério da Saúde de todos os resultados de testes diagnóstico para detecção do Monkeypox Vírus realizados por laboratórios da rede pública, rede privada,universitários e quaisquer outros, em todo o território nacional.

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/variola-dos-macacos/publicacoes/portarias/portaria-gm_ms-no-3-328-de-22-de-agosto-de-2022-portaria-gm_ms-no-3-328-de-22-de-agosto-de-2022-dou-imprensa-nacional.pdf/view 

PORTARIA GM/MS Nº 3.418, DE 31 DE AGOSTO DE 2022

Altera o Anexo 1 do Anexo V à Portaria de Consolidação GM/MS nº 4, de 28 de setembro de 2017, para incluir a monkeypox (varíola dos macacos) na Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública, nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional.

https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-3.418-de-31-de-agosto-de-2022-426206193 

Secretaria Estadual da Saúde RS

Plano de Contingência do Rio Grande do Sul para Monkeypox

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS No 2/2022

Orientações para vigilância epidemiológica de Monkeypox ou “varíola dos macacos”

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS Nº 04/2022

Recomendações para prevenção e controle de infecções pelo Monkeypox a serem adotadas em Moradias Coletivas de Pessoas Idosas - Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs).

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS Nº 05/2022 

Orientações de vigilância, diagnóstico laboratorial e condutas frente a casos suspeitos e confirmados de Monkeypox em gestantes e puérperas no estado do Rio Grande do Sul

NOTA INFORMATIVA CONJUNTA CEVS/DAPPS Nº06/2022 

Orientações para prevenção e controle da monkeypox nas comunidades escolares.

NOTA INFORMATIVA Nº 07/2022/ CEVS/DAPPS/SES-RS 

Orientações para as medidas de identificação de casos, prevenção e controle da monkeypox nos serviços prisionais do Rio Grande do Sul

PORTARIA No 908/2022

Dispõe sobre os requisitos mínimos para que laboratórios públicos ou privados façam parte da sub-rede de diagnóstico laboratorial de Monkeypox. 

NOTA TÉCNICA CONJUNTA CEVS/SES-RS e CRF/RS

Dispõe sobre os requisitos mínimos para que laboratórios públicos ou privados façam parte da sub-rede de diagnóstico laboratorial de Monkeypox, em conformidade com o disposto na Portaria SES no 908/2022.

ALERTA EPIDEMIOLÓGICO 

Evento: Situação epidemiológica da Monkeypox no Rio Grande do Sul e Declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Porto Alegre, 10 de agosto de 2022.

Outras informações, consulte:

Secretaria Estadual da Saúde RS

TelessaúdeRS

Monkeypox: o que é e quando suspeitar?

Profissionais da APS podem acessar materiais sobre o agravo no site do TelessaúdeRS, bem como utilizar a Teleconsultoria: 0800 644 6543.

Saiba mais em:

https://www.ufrgs.br/telessauders/

Sugestão de Curso correlato

Dermatologia na Atenção Básica - UNASUS - Universidade Federal de São Paulo

Webinar - Monkeypox: o que o profissional de saúde precisa saber?

Live Monkeypox na gestante e puérpera

FEBRASGO

Vídeo do Ministério da Saúde: 

Boas práticas para coleta de amostras de Varíola dos Macacos (Monkeypox)

https://youtu.be/IeQMzmJ_eDo 

Live do COREN RS: Monkeypox Virus

Participações: 

- Enfª Raquel Borba Rosa: coordenadora da Equipe de Vigilância de Doenças Transmissíveis, da Diretoria de Vigilância em Saúde de Porto Alegre

- Enfª Fernanda Rocha: especialista em saúde na Divisão de Vigilância Epidemiológica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde

Link: https://youtu.be/X_FlER1X_Uw

O que é?

A poliomielite (também conhecida como Paralisia infantil) é uma doença infectocontagiosa viral aguda caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em aproximadamente 1% das infecções causadas pelo poliovírus. 

 

Como é transmitida?

Ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar).

 

Como prevenir?

A vacinação é a principal medida de prevenção da poliomielite.

 

OPAS

OPAS: Poliomielite

OPAS: Alerta Epidemiológica Detecção do vírus da poliomielite derivado da vacina tipo 2 nos Estados Unidos: Implicações para a Região das Américas

 

Ministério da Saúde

Poliomielite - Ministério da Saúde - Saúde de A a Z

NOTA INFORMATIVA Nº 245/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS 

Recomendações para a Vigilância Epidemiológica das Paralisias Flácidas Agudas (PFA) e Imunização, frente a situação epidemiológica global da poliomielite e a entrada de pessoas provenientes de países com circulação de poliovírus selvagem e derivado vacinal no Brasil.

NOTA INFORMATIVA Nº 315/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS 

Orienta os serviços de saúde e usuários sobre a vacinação contra poliomielite de viajantes internacionais, provenientes ou que se deslocam para áreas com circulação de poliovírus selvagem e derivado vacinal.

NOTA INFORMATIVA No 66/2022-CGPNI/DEIDT/SVS/MS

Alerta para risco de reintrodução da poliomielite no Brasil e recomendações para ações de Vigilância Epidemiológica das Paralisias Flácidas Agudas (PFA) junto aos refugiados/repatriados Ucrânia.

Comunicado Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações 22/07/22

Alerta para risco de reintrodução do poliovírus selvagem (PVS) e o surgimento do poliovírus derivado vacinal (PVDV) no Brasil.

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

Centro Estadual de Vigilância em Saúde - Poliomielite

 

TelessaúdeRS

Profissionais da APS podem acessar materiais sobre o agravo no site do TelessaúdeRS, bem como utilizar a Teleconsultoria.

Saiba mais em:

https://www.ufrgs.br/telessauders/

 

Oferta de qualificação profissional para equipes:

CVE - Capacitação sobre a Vigilância Epidemiológica das Paralisias Flácidas Agudas-PFA/Poliomielite

Vigilância da Poliomielite – paralisia flácida aguda (PFA)

Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações

Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis

Secretaria de Vigilância em Saúde

Ministério da Saúde

O que é?

Doença viral, infecciosa aguda, potencialmente grave, transmissível, extremamente contagiosa. 

Sintomas: febre e exantema (manchas vermelhas na pele), acompanhados de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse e/ou coriza (corrimento nasal) e/ou conjuntivite (irritação ou inflamação da conjuntiva, que recobre a parte branca do olho - os sintomas incluem vermelhidão, coceira e lacrimejamento dos olhos).

Como é transmitido?

Ocorre de forma direta, por meio de secreções nasofaríngeas expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

 

Como prevenir?

A vacinação é a medida mais eficaz de prevenção, de controle e de eliminação do sarampo.

Para as pessoas com suspeita ou confirmação deve-se evitar que frequente locais com grande concentração de pessoas (escolas, creches, trabalho, comércio, eventos de massa, entre outros) por até quatro dias após o início do exantema.

 

Ministério da Saúde

Sala de situação

Sarampo - Saúde de A a Z

NOTA INFORMATIVA Nº 72/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS 

Alerta para a situação do sarampo no Brasil.

NOTA TÉCNICA No 20/2022-CGLAB/DAEVS/SVS/MS

Orientações e atualizações referentes ao Fluxo de Diagnóstico Laboratorial do Sarampo e Rubéola atribuídos aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen), Laboratório de Referência Nacional (LRN) e demais áreas da saúde pública e privada envolvidos nos processos de coleta e diagnóstico destas doenças.

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

NOTA INVESTIGAÇÃO DE CASOS SUSPEITOS DE SARAMPO - 2021

CEVS Sarampo e Rubéola

Centro Estadual de Vigilância em Saúde 

 

TelessaúdeRS

Profissionais da APS podem acessar materiais sobre o agravo no site do TelessaúdeRS, bem como utilizar a Teleconsultoria.

Saiba mais em:

https://www.ufrgs.br/telessauders/

 

Oferta de qualificação profissional para equipes:

Manejo do Sarampo nos Serviços de Saúde

Fundação Oswaldo Cruz - Brasília

Ministério da Saúde 

Saúde do Trabalhador

Caderno de Atenção Básica - Saúde do trabalhador e da trabalhadora

 

Secretaria Estadual da Saúde

Vigilância em Saúde do Trabalhador - CEVS

Nota informativa: Vigilância em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora na Atenção Básica - CEVS/DAPPS 2021

Aplicativo Trabalhador RS

Suporte técnico para a vigilância em saúde do trabalhador nos municípios, assim como oferecer alternativas de apoio aos trabalhadores da saúde no enfrentamento ao COVID-19.

 

Ofertas de Qualificação Profissional

Atenção à Saúde do Trabalhador na Atenção Primária à Saúde 

AVASUS - UFRN / SEDIS / LAIS / PEPSUS / MS

Leitura Recomendada:

Caderno de Atenção Básica - Saúde do trabalhador e da trabalhadora

O que é?

Doença infecciosa aguda, não contagiosa e imunoprevenível. É causada pela ação de exotoxinas produzidas pelo bacilo gram-positivo Clostridium tetani, que provoca um estado de hiperexcitabilidade do sistema nervoso central.

 

Como é transmitido?

A infecção ocorre pela contaminação de ferimentos superficiais ou profundos de qualquer natureza por esporos do C.tetani que, em condições favoráveis para anaerobiose (presença de tecidos desvitalizados, corpos estranhos, isquemia e infecção) produzem e liberam então as toxinas, tetanopasmina e tetanolisina.

Manifestações clínicas: caracteriza-se por hipertonias musculares mantidas, febre baixa ou ausência de febre, hiperreflexia profunda, espasmos e contraturas paroxísticas que se manifestam à estimulação do paciente (estímulos táteis, sonoros, luminosos ou alta temperatura ambiente).

 

Como prevenir?

A imunidade permanente é conferida pelas vacinas (Pentavalente, DT, DTP, DTPa, dTpa, , dT). Recomenda-se 3 doses no 1o ano de vida, com reforços aos 15 meses e 4 anos de idade.

A partir dessa idade é preconizado um reforço a cada 10 anos após a última dose administrada. Gestantes recebem a dTpa em todas as gestações. Os filhos de mães imunes apresentam imunidade passiva e transitória até 2 meses de vida. A imunidade conferida pelo soro antitetânico dura cerca de duas semanas, enquanto que aquela conferida pela imunoglobulina humana antitetânica dura cerca de 3 semanas. A ocorrência da doença não confere imunidade.

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

CEVS - Tétano

Centro Estadual de Vigilância em Saúde

NOTA INFORMATIVA- TÉTANO ACIDENTAL (TA) E NEONATAL (TNN)-2022

 

TelessaúdeRS

Perguntas sobre Tétano

Profissionais da APS podem acessar materiais sobre o agravo no site do TelessaúdeRS, bem como utilizar a Teleconsultoria.

Saiba mais em:

https://www.ufrgs.br/telessauders/

O que é?

A varicela é uma infecção aguda, altamente contagiosa causada pelo vírus varicela-zoster (VVZ), da família Herpetoviridae. 

Os sintomas são febre moderada, de início súbito, que dura de dois a três dias, e sintomas generalizados inespecíficos (mal-estar, adinamia, anorexia, cefaléia e outros) e erupção cutânea pápulo-vesicular, que se inicia na face, couro cabeludo ou tronco, acompanhada de coceira.

 

Como é transmitida?

A principal via de transmissão é pelo contato direto com gotículas de um indivíduo infectado ou com o líquido das vesículas.

 

Como prevenir?

A vacinação é a forma mais eficiente de prevenir a ocorrência da doença na população.

As crianças com varicela deverão ficar no seu domicílio até que todas as lesões tenham evoluído para crosta. Arejar os ambientes e desinfetar os objetos e superfícies possivelmente contaminadas.

 

Ministério da Saúde

Catapora - Varicela

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

Nota Informativa Varicela- CEVS 2022

O que é?

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. A doença afeta prioritariamente os pulmões (forma pulmonar), embora possa acometer outros órgãos e/ou sistemas.

IMPORTANTE: A forma pulmonar, além de ser mais frequente, é a principal responsável pela manutenção da cadeia de transmissão da doença. 

Como é transmitida?

A transmissão da tuberculose acontece por via respiratória, pela eliminação de aerossóis produzidos pela tosse, fala ou espirro de uma pessoa com tuberculose ativa (pulmonar ou laríngea), sem tratamento; e a inalação de aerossóis por um indivíduo suscetível.

Calcula-se que, durante um ano, em uma comunidade, uma pessoa com tuberculose pulmonar e/ou laríngea ativa, sem tratamento, e que esteja eliminando aerossóis com bacilos, possa infectar, em média, de 10 a 15 pessoas.

A tuberculose NÃO se transmite por objetos compartilhados. Bacilos que se depositam em roupas, lençóis, copos e talheres dificilmente se dispersam em aerossóis e, por isso, não têm papel importante na transmissão da doença.

IMPORTANTE: Com o início do tratamento, a transmissão tende a diminuir gradativamente, e em geral, após 15 dias, o risco de transmissão da doença é bastante reduzido.

 

Quais são os sintomas da tuberculose?

● Tosse por 3 semanas ou mais

● Febre vespertina

● Sudorese noturna

● Emagrecimento

O principal sintoma da tuberculose pulmonar é a tosse. Essa tosse pode ser seca ou produtiva (com catarro).

IMPORTANTE: Recomenda-se que toda pessoa com sintomas respiratórios, ou seja, que apresente tosse por três semanas ou mais, seja investigada para tuberculose.

Caso a pessoa apresente sintomas de tuberculose, é fundamental procurar a unidade de saúde mais próxima da residência para avaliação e realização de exames. Se o resultado for positivo para tuberculose, deve-se iniciar o tratamento o mais rápido possível e segui-lo até o final.

Como prevenir?

Por meio da vacina BCG (bacilo Calmette-Guérin), ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS), protege a criança das formas mais graves da doença, como a tuberculose miliar e a tuberculose meníngea. A vacina está disponível nas salas de vacinação das unidades básicas de saúde e em algumas maternidades.

O bacilo é sensível à luz solar e a circulação de ar possibilita a dispersão das partículas infectantes. Por essa razão, ambientes ventilados e com luz natural direta diminuem o risco de transmissão. A etiqueta da tosse, que consiste em cobrir a boca com o antebraço ou lenço ao tossir, também é uma medida importante a ser considerada.

Ministério da Saúde

Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2019.

 Tuberculose na atenção primária: protocolo de enfermagem / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2022

Secretaria Estadual da Saúde RS

Tuberculose - Centro Estadual de Vigilância em Saúde (cevs.rs.gov.br)

O que é?

A toxoplasmose é uma infecção causada por um protozoário chamado “Toxoplasma Gondii”, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais. É causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados e é uma das zoonoses (doenças transmitidas por animais) mais comuns em todo o mundo.

Os casos agudos são, geralmente, limitados e com baixas incidências. A fase aguda da infecção tem cura, mas o parasita persiste por toda a vida da pessoa e pode se manifestar ou não em outros momentos, com diferentes tipos de sintomas. 

Como é transmitida?

As principais vias de transmissão da toxoplasmose são:

  • Via oral (ingestão de alimentos e água contaminados)

  • Congênita (transmitido de mãe para filho durante gestação), sendo raros os casos de transmissão por inalação de aerossóis contaminados, inoculação acidental, transfusão sanguínea e transplante de órgãos.

É importante saber que o contato com gatos não causa a doença. O perigo está no contato com as fezes contaminadas do felino e no consumo de água contaminada e alimentos mal lavados ou mal cozidos.

 

Como prevenir?

A principal medida de prevenção da toxoplasmose é a promoção de ações de educação em saúde, principalmente em mulheres que estão em idade fértil e pessoas com imunidade comprometida. É fundamental manter uma higiene alimentar. Saiba mais sobre as medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas para evitar a infecção por toxoplasmose.

 

Alimentos de origem animal

  • Cortes inteiros de carne de porco, cordeiro, vitela ou vaca a pelo menos 65,6 °C, com 3 minutos de repouso após o cozimento; carne moída e carne de caça selvagem a 71,1º C e aves a 73,9º C.

  • O cozimento de microondas não é confiável para matar o protozoário.

  • Congelamento de carne a uma temperatura interna de -12º C;

  • Evite a contaminação cruzada para outros alimentos, lavando as mãos completamente após o manuseio de carnes cruas ou frutos do mar, assim como as tábuas de corte, pratos, bancadas e utensílios;

  • Frutos do mar, incluindo mariscos, devem ser bem cozidos;

  • Evite comer qualquer carne crua ou mal passada e carne crua curada;

  • Evite beber leite não pasteurizado e produtos lácteos feitos com leite não pasteurizado.

 

Frutas e verduras

  • Lave bem as frutas e legumes corretamente e com água adequadamente tratada antes de comê-las, antes mesmo de descascar;

  • Limpe as superfícies de cozimento e os utensílios após contato com frutas ou legumes não lavados;

  • A lavagem adequada de verduras, frutas e legumes inclui a escovação dos alimentos.

 

Água

  • Consumo de água tratada: uma das principais formas de prevenção da doença é consumir água que tenha recebido o devido tratamento. Por isso, é essencial dar preferência ao consumo de água 100% potável;

  • Fervura da água: antes de consumir a água é indicado o uso de filtros e a fervura, por 5 minutos, como tratamento adicional, principalmente em situações de surto da doença;

  • Limpeza de caixas de água: é importante realizar periodicamente a limpeza de reservatórios e caixa d’águas para a manutenção da potabilidade da água, assim como se deve manter a caixa-d’água bem vedada para minimizar os riscos de contaminação.

Meio ambiente

  • Não alimente gatos com carne crua ou mal passada;

  • Higienize a caixa de areia dos gatos de estimação diariamente;

  • Mulheres grávidas e indivíduos com baixa imunidade devem evitar manusear as caixas de areia de gatos;

  • Se não houver mais ninguém disponível para trocar a areia, use, se possível, máscaras faciais e luvas, além de lar bem as mãos com sabão e água tratada adequadamente;

  • As mulheres grávidas e os indivíduos com baixa imunidade devem usar luvas ao jardinar;

  • A indústria da carne deve continuar empregando boas práticas de produção, como manter gatos e roedores fora das áreas de produção de alimentos e usar fontes de água com qualidade e adequadamente tratadas para os animais;

  • A indústria agrícola deve empregar boas práticas de produção para reduzir a contaminação.

 

Ministério da Saúde

Protocolo de Notificação e Investigação: Toxoplasmose gestacional e congênita [recurso eletrônico]/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2018.

NOTA TÉCNICA Nº 14/2020-COSMU/CGCIVI/DAPES/SAPS/MS

 

Secretaria Estadual da Saúde RS

Toxoplasmose - Secretaria da Saúde (saude.rs.gov.br)

Por favor, aguarde até que o procedimento seja concluído.

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